Em primeiro lugar, queríamos pedir desculpas pelo nosso sumiço de tanto tempo pelo blog. A grande verdade é que começamos a praticar mais do que nunca nossos grandes mantras por aqui e não conseguimos focar em um projeto que é tão especial pra gente, que é o Zona de Desconforto. Nosso tempo foi tomado pela coragem que precisávamos para não continuarmos onde não nos cabe mais e tomamos algumas decisões: o Thiago saiu do último emprego que estava há 10 anos e abriu sua própria agência de comunicação que está totalmente alinhada com seus propósitos e objetivos…E eu (Lívia), bom…eu estou indo atrás das minhas metas e você também não pode desistir das suas metas. Eu terminei meu coaching no final de 2015 e estou em um processo de libertação e auto conhecimento. Mas sabe o que é melhor? Sem me cobrar o tempo todo, respeitando o meu tempo e o meu limite e sem esquecer da caminhada até onde eu quero chegar, até minhas metas.

5 atitudes para não desistir de suas metas

Vamos lá, você acha que o objetivo é a realização das suas metas, do seu grande sonho. Mas não podemos nos esquecer do caminho que você percorre até o seu grande objetivo. E se o grande objetivo for a viagem até lá?

Na nossa sociedade, valorizamos o destino final. Todos admiram determinado empreendedor ou escritor, mas ninguém se atenta ao quanto ele caminhou para chegar onde está e nada daquilo que ele passou foi em vão. Não devemos ter vergonha se não alcançamos ainda nosso “prêmio final”, ruim seria se na primeira dificuldade jogássemos a toalha. O que precisamos é de alguns mecanismos que nos ajudam a segurar a barra quando está difícil nos manter focados.

Separei 5 atitudes para você não desistir de suas metas. Elas me fortaleceram para evitar a auto-cobrança e auto-sabotagem. Quem sabe não te ajuda também?!

1)      Reconheça os gatilhos

Quando são acionados, o nosso cérebro límbico (cérebro emocional) recebe primeira mordida no gatilho. Agora eu sei que se eu conseguir passar esta parte do processo, vai ficar tudo bem.

Uma técnica que eu aprendi é me entender simplesmente independente da situação, fazer um balanço e fazer algumas perguntas: o que estou sentindo, o que me levou até essa sensação, o que posso fazer para amenizar a situação dentro de mim?

Reconhecer  seus mecanismos é a chave para tomar de volta o seu poder.

2)      Revise a situação

Seu cérebro emocional vai se acalmar quando é forçado a ver as coisas de novo sob uma luz diferente.

Aqui é onde você pode rever a situação com calma e racionalmente entender o que realmente sente. A grande lição deste passo é a capacitação que você vai se sentir. Ao olhar para dentro de si mesmo e falando para si mesmo, você aprender muito sobre o que está acontecendo para você.

Se você ainda estiver se sentindo sobrecarregado, basta repetir o processo acima novamente, mas um pouco mais lento e com o máximo de sentimento que você puder colocar.

3)      Seja grato

Aproveite se tiver a chance de fazer tudo de novo. Não tem problema errar ou demorar para alcançar seu grande objetivo, tudo o que você está passando faz parte do seu aprendizado e da sua evolução. Aqui é onde você começa a espalhar o seu amor por si mesmo para os outros. Ao praticar a gratidão, você pode reconhecer um outro ser humano mais compreensivo, paciente e presente para você.

4) Comemore todas as vitórias

Quando estipulamos metas muito altas, é tentador se sentir insatisfeito até que nós a atingimos completamente.

E se você mudar a meta para uma régua menor para gerar uma cobrança também menor? Não que você vá mudar o seu objetivo final, mas talvez a etapa até alcançar seu grande sonho.

Quando a primeira “pequena” meta se realizar, pense que é a primeira de muitos sucessos no caminho para seus sonhos. Se você der a si mesmo o crédito para cada pequeno objetivo realizado, será como “colecioná-los” – e eles te levarão aonde você quer chegar.

5) Perdoe a si mesmo

Finalmente, perdoe-se por ter falhas, por não ser perfeito, por ser simplesmente humano. Lembrando que perdoar-se não significa simplesmente aprender a viver com o que aconteceu sem fazer nada como alternativa, mas sim aprender com a experiência. Use esse aprendizado para tornar-se uma pessoa melhor a cada dia.

Como disse Rachel Carvalho: “a gente pode não saber aonde vai chegar, mas quando sabemos que onde estamos não é mais nosso lugar, se redescobrir é necessário. Vai lá. Um passo de cada vez e as coisas vão se ajeitando. O que a gente precisa é ser feliz”.

Thiago Campos é jornalista. Lívia Duccini é psicóloga. Sonhadores e curiosos, são apaixonados por viagens, gastronomia, escrever e pela simplicidade dos pequenos momentos. Acreditam em um mundo melhor, onde as pessoas possam trabalhar com o que amam e realizar os seus sonhos.
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